Investigação em Felicidade

O Happiness Lab tem como missão promover e partilhar investigação aplicada que possa ser utilizada no dia a dia, como instrumento de gestão, para aumentar o nível de felicidade nas pessoas e organizações.

O Happiness Lab é um projecto aberto à comunidade académica e empresarial, que pretenda contribuir para um maior conhecimento sobre o tema da felicidade nas pessoas e organizações.

Os Nossos Modelos

Service

Happiness Works

O modelo Happiness Works é aplicado nas organizações através de um questionário. Com as respostas obtidas é possível saber o nível de felicidade organizacional, relação com produtividade, benchmarking com sector de actividade e total Portugal

PROJECT@

PROJECT@

O método PROJECT@ divide-se em 6 níveis diferentes, e que serão desenvolvidos ao longo de várias sessões. O ritmo e o conteúdo das sessões dependem do tipo de problema filosófico apresentado e/ou encontrado, assim como da idiossincrasia da pessoa e do seu contexto organizacional

Service

(h) Appy-Phi

O modelo (h)Appy-Phi é uma abordagem original e integradora da Filosofia e da Psicologia com uma finalidade tecnológico-felicitária, aplicada à vida pessoal e profissional (numa Organização)

OHC

Organizational Happiness Canvas

Este modelo tem como objetivo avaliar os desvios existentes entre o que a organização está a promover para a felicidade organizacional e a perceção de felicidade na organização das pessoas que nela trabalham

Service

Clientocentrismo

“A vida sem ser examinada não merece ser vivida” afirmava Sócrates. O Clientocentrismo é uma forma de intervenção que se caracteriza pela opção e decisão no trabalho centrado na Pessoa (com e para a Pessoa Humana), na sua identidade, individualidade e dimensão interpessoal

Happiness Works

O projeto Happiness Works, fundado por Georg Dutschke e Guilhermina Vaz Monteiro, com os parceiros Lukkap, Universidade Atlântica, Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, Revista Exame, Happy Brands, Acege e Sociedade Rebelo de Sousa Advogados, pretende verificar o nível de felicidade dos profissionais em Portugal. Este tema, muito atual, é de particular importância para as organizações. Trabalhos de investigação realizados em diferentes países demonstram a existência de correlações positivas entre colaboradores mais felizes e mais produtividade.

O projeto Happiness Works, único em Portugal, decorreu, até hoje, em três fases.

Na primeira fase (2011) foram entrevistados 1.000 profissionais em Portugal. Através de análise de conteúdo às respostas obtidas, foram identificadas as variáveis pelas quais estes profissionais são felizes na organização e na função. As variáveis foram agregadas em categorias e identificados factores. Os factores que condicionam a felicidade na Organização são o Ambiente interno, Reconhecimento e Confiança, Desenvolvimento Pessoal, Remuneração, Envolvimento Pessoal, Sustentabilidade e Inovação, Envolvimento com as Chefias e Organização, Definição de Objectivos, Equilíbrio entre a Profissão e Vida Pessoal. Os factores que condicionam a felicidade na Função são o Envolvimento com a Função, Desenvolvimento Pessoal, Reconhecimento e Respeito, Ambiente de Trabalho, Remuneração, Objectivos, Sustentabilidade e Segurança, Apoio das Chefias, Equilíbrio entre a Profissão e Vida Pessoal, Poder ser Empreendedor.

Na segunda fase (Janeiro a Abril de 2012) o questionário HW foi respondido por 1.200 profissionais portugueses. Nesta fase, além da análise da felicidade por sector de actividade, foi, também, verificada a fiabilidade do questionário HW através do cálculo do Alfa de Cronbach. O valor obtido foi de 0,98 (Organização) e 0,97 (Função) o que revela uma elevada fiabilidade (o valor varia entre 0 e 1. É fiável quando superior a 0,7).

A terceira fase decorre desde 2013. O questionário é enviado para organizações e profissionais entre Janeiro e Abril de cada ano. Nota-se um interesse crescente por parte das organizações e profissionais, que se reflete no aumento das respostas recebidas. Em 2020 recebemos 6.000 respostas, o valor mais alto desde que realizamos o estudo. No acumulado foram recebidas aprox. 27.000 respostas de profissionais de mais de 300 organizações.

O modelo Happiness Works é aplicado nas organizações através de um questionário. Com as respostas obtidas é possível saber o nível de felicidade organizacional, relação com produtividade, benchmarking com sector de actividade e total Portugal.Texto Happiness Works (ferramentas).

PROJECT@

O método PROJECT@ foi criado por Jorge Humberto Dias no seu doutoramento europeu em Filosofia, realizado na Universidade Nova de Lisboa, a 4 de fevereiro de 2013, com estágio doutoral na Universidade Sevilha, no Grupo de Investigação "Filosofia Aplicada: Sujeito, Sofrimento e Sociedade".

O principal objetivo deste método é a promoção da felicidade na vida da pessoa. De acordo com o diagnóstico que temos feito, o facto das pessoas terem, maioritariamente, uma definição de felicidade mais conectada com a dimensão emocional da vida humana. Este facto não é necessariamente negativo, mas é redutor viver como se a felicidade fosse apenas isso. Alguns autores definem a felicidade numa perspetiva mais global e racional, onde as competências projetivas são essenciais, principalmente quando as desenvolvemos num horizonte de trabalho filosófico. Só dessa forma poderemos vislumbrar alcançar um sentido de realização pessoal mais satisfatório. Viver com um Happiness Balance positivo conduzirá a impactos vários, quer no contexto pessoal, quer no contexto organizacional.

O paradigma que subjaz a este método inclui uma conceção de ser humano como projeto fundamental, ou seja, como alguém que foi lançado no mundo e que, ao ganhar consciência de si e do tempo da sua existência, é convocado para uma construção, mais ou menos organizada, do seu trajeto de vida, condições, relações, pessoas, lugares, etc. Só depois desta análise é que poderemos começar a olhar para os outros projetos, os da pessoa, os da sociedade, os das organizações. Outro aspeto essencial é a conceção de felicidade, não como algo passivo e que apenas nos acontece, mas como algo ativo e que se concretiza através de uma iniciativa de qualidade e com boas condições.

O método PROJECT@ divide-se em 6 níveis diferentes, e que serão desenvolvidos ao longo de várias sessões. O ritmo e o conteúdo das sessões dependem do tipo de problema filosófico apresentado e/ou encontrado, assim como da idiossincrasia da pessoa e do seu contexto organizacional.

Nível 1 - Identificar projetos na vida da pessoa.
Nível 2 - Analisar a estrutura de um projeto.
Nível 3 - Relacionar o projeto com a vida da pessoa (valores e sentido).
Nível 4 - Agrupar projetos e definir aplicações.
Nível 5 - Reforçar (motivar?) a filosofia de vida da pessoa.
Nível 6 - Verificar a sua realidade e importância.

(h)Appy-Phi

O (h)Appy-Phi é um projeto recente, que resulta da colaboração entre Jorge Humberto Dias (Doutorado em Filosofia) e Tiago Pita (Doutorado em Psicologia). Depois de vários anos de experiência no desenvolvimento e avaliação dos métodos de trabalho (PROJECT@ e Clientocentrismo, respetivamente), os autores decidiram criar uma nova abordagem, com o objetivo de testar a mais valia de trabalhar as duas áreas científicas em conjunto, mas, também, com o objetivo de encontrar uma linha metodológica mais integradora. Pretende-se desenvolver um projeto-piloto numa organização, a partir do qual será publicado em breve um paper com os resultados obtidos.

OHC

O OHC é uma ferramenta de diagnóstico e reflexão estratégica para desenvolver ou documentar modelos de felicidade.

Consiste num diagrama visual com elementos que descrevem a estratégia de felicidade organizacional nas vertentes de liderança, aprendizagem e desenvolvimento pessoal, reconhecimento e respeito, relacionamento no local de trabalho e equilíbrio emprego/família.

Clientocentrismo

Foi em 2005, no 1º Congresso Internacional de Filosofia Aplicada em Lisboa, que Tiago Pita apresentou os pressupostos metodológicos do seu método de intervenção em Aconselhamento, denominando-o como “Clientocentrismo”.

De inspiração existencial e humanista, centra o seu trabalho na Pessoa (o verdadeiro especialista da sua vida) e nas suas capacidades e potencialidades idiossincráticas. O foco do trabalho é o “aqui e agora” de cada um, de forma pragmática, sem juízos preconcebidos, apressados, desnecessários e inúteis.

A utilização deste método de intervenção promove o bem-estar objetivo e subjetivo, visão realista sobre si e outros, capacidade de adaptação e resiliência e prevenção e gestão de conflitos intra e inter pessoais, abrindo caminho à possibilidade de uma vivência mais feliz.

Atualmente importa intervir no binómio Pessoa/Trabalho demonstrando o presente método eficácia em variáveis essenciais no desenvolvimento humano, como sejam, o aumento da motivação, a capacidade de comunicar conhecimento e emoções de forma adaptativa e assertiva, o relacionamento com o outro e trabalho em equipa, e, como resultado último, o autoconhecimento e felicidade humana.

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